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Mostrando postagens de novembro 11, 2018

E lá vem "eles"!

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Final de tarde, sol caindo no horizonte e lá vem "eles"... De mansinho, sem alarido, em uma calma que constrange, assusta até. Como ter essa paz (aparente) nestas condições? São perguntas que faço pra mim,  a cada um que passo e vejo... E o inquietante nisso tudo é a indiferença. Como não perceber o outro e a situação na qual esta inserido? Chega ser assustador a inoperância de sentimentos. E "eles" vem devagar... Levantam a tampa, olham dentro, para os lados, Alguns tem olhar atônito, outros miram para o chão, ou fogem do teu olhar, numa mistura de vergonha, raiva, incapacidade, medo... Sentimentos mútuos (te garanto). Até parece que "eles" se defendem de um mal maior como um monstro, um animal selvagem,  que vai devorá-los assim, em um piscar de olhos. E mesmo nessa realidade "eles" tem um ar blasé de "nada mais importa". E "eles" vem sozinhos, às vezes em turma  ...

Pare o mundo que eu quero descer!

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Nada é pior que ouvir a verdade. Te digo! É como tomar um soco cruzado no queixo. Você rodopia, tenta entender de onde veio, e quando percebe já esta beijando a lona. Nada é pior que escutar aquilo que teu coração lhe fala, mas você insiste em não ouvir... Ô sujeito teimoso diacho! Ouve só o que quer... Mas quem disse que teimar é sinônimo de estupidez? Teimar por aquilo que se acredita é certo, não é? Teimar em ser sincero, direto, papo reto, é ser errado? Desonesto? Te falo, desonestidade é ser falso, dar tapinha nas costas (pra encontrar o melhor ponto da facada), e desonestidade com o outro não é só a financeira não, mas também enganar, passar a perna, usar de artimanhas, aquela velha e conhecida rasteira... Meu Deus! Me leve desse mundo... Me tire daqui... Hoje o sujeito é condenado por dizer a verdade e falar o que pensa. Al right man, você tem que dizer o que querem que você diga, e seja... Oh my god! Raul me ajuda! Pare o mundo que eu t...

Só-lidão!

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Histórias, lembranças, histórias que não tem fim, peças de um quebra-cabeça, memórias de alguém só... Palavras jogadas ao vento,  sozinhas... Sussurros perdidos no tempo. nas visões de um mundo cansado, nas lembranças de alguém só... Malícia que nos olhos sorri,  forjada a ferro e fogo. Razão, coragem e coração que só-lamento, só-lidão! Mas se o vento sopra, e me transforma o calor, se me engasgo às vezes,  quando falo..... é porque nada precisa ser dito, nem visto, nem sentido,  apenas lembrado, na memória de alguém só...